terça-feira, 23 de março de 2010

Como anda sua autoconfiança?

Como anda sua autoconfiança?

Sua biografia pode revelar muito sobre como você lida com obstáculos

"A confiança é um ato de fé, e esta dispensa raciocínio." - Carlos Drummond de Andrade
A confiança é um sentimento básico do ser humano, é o cimento que constrói os relacionamentos, sejam amorosos, familiares, profissionais ou de amizade. Sem a confiança, um relacionamento pode até existir, mas de forma superficial e com cobranças e ressentimentos. Seu oposto, a desconfiança, é um entrave real a qualquer tipo de relacionamento e nos isola. Se nos relacionamentos a confiança no outro é imperativa, em todas as situações da vida (mesmo nos relacionamentos), a confiança em si mesmo é condição necessária para a ação.
Nós, seres humanos, temos a capacidade de pensar, de sentir e de agir. Para agir, precisamos ter desenvolvido a confiança em nós mesmos, e na ajuda do outro que podemos precisar se cairmos."Nós, seres humanos, temos a capacidade de pensar, de sentir e de agir. Para agir, precisamos ter desenvolvido a confiança em nós mesmos, e na ajuda do outro que podemos precisar se cairmos." A confiança se desenvolve no primeiro setênio, entre o nascimento e os 7 anos, a fase em que somos mais dependentes do cuidado dos outros, sejam pai, mãe, avós, babá, irmãos mais velhos. É esta dependência, este estar aberto a ser cuidado, que permitirá o desenvolvimento da confiança no outro que levaremos para a vida.
Cultivando confiança
Se recebemos cuidados atenciosos, calor, proteção, a confiança no outro florescerá com força. E esta confiança assim cultivada permitirá discriminar quando a ação do outro é sincera ou não, quando podemos depositar nossa confiança em alguém ou não. Se, contudo, fomos deixados de lado por quem deveria ter cuidado de nós, ou se fomos cuidados de forma mecânica, sem o carinho e o calor que o cuidar de uma criança pequena exige, essa confiança fenecerá, morrerá antes mesmo de crescer, se atrofiará.
Assim também se dá com a autoconfiança. Desde o nascimento, vamos criando as possibilidades físicas para subverter a lei da gravidade e ficarmos eretos, de pé, e andar com nossas próprias pernas. Logo cedo firmamos o pescoço e podemos girar a cabeça para um lado e para o outro, depois firmamos os braços e o tronco, o que amplia essa elevação de nosso campo de visão, além de permitir que o neném se arraste pelo chão. Essa força alcança as pernas e cintura, assim logo estamos engatinhando, ágil e rapidamente, conquistando o mundo ao nosso redor. Esta força nos leva a segurar nos objetos que encontramos e a nos levantarmos, conquistando a posição vertical, para logo depois começarmos a andar. É claro que este processo envolve muitas tentativas e erros- e o erro é cair no chão.
Caindo para depois levantar
O que acontece se os pais não permitem que a criança brinque no chão, por medo de germes? Ou quando o neném é "presenteado" com um andador? Ou quando a criança fica sob o olhar obsessivo dos pais para nunca cair? No desenvolvimento de nossas biografias, esta possibilidade de cair e levantar e a confiança de que alguém pode ajudá-lo se você cair, reaparece em outro contexto logo que nos tornamos adultos, por volta de 21 anos. Entramos numa fase de muitas experimentações, mergulhamos de cabeça no mercado de trabalho (muitos até antes disso) e quebramos a cara muitas vezes, caímos e levantamos, às vezes sozinhos, às vezes pedindo ajuda. E é através dessas experimentações que aprendemos habilidades novas, desenvolvemos nossos potenciais criativos que nos acompanharão pelo resto da vida.
Mas se, quando bebê, você não pôde cair e levantar, se você ficava no berço ou no cercadinho, para não ter contato com germes ou não se machucar se caísse, você provavelmente não terá desenvolvido a confiança em sua capacidade de errar e depois acertar, de cair e levantar. Se você ficou num andador, correndo pela casa sem precisar fazer esforço, de forma totalmente artificial, como será quando você encontrar obstáculos na sua vida adulta que requerem persistência e determinação, aquela força de vontade que você deveria ter cultivado fazendo força enquanto segurava no sofá para levantar-se quando era um neném? E se, a menor ameça de que você vai cair enquanto aprende a andar, aparece uma mão adulta e forte, que impede que você conheça a dureza do chão, como você reagirá ao ser demitido do primeiro emprego ou ao tomar um fora daquele namorado que você pensou que fosse o homem da sua vida? O sentimento de dureza do chão certamente será muito amplificado para quem nunca pôde experimentá-lo.
Nossas experiências na primeira infância permitirão nosso desenvolvimento nos primeiros momentos de nossa vida adulta. Isto não é algo imutável, contudo. Com força de vontade podemos mudar esta determinação e transformar nossas vidas. Assim, se você percebe que lhe falta autoconfiança, procure saber como foi seu processo de começar a andar. Crie para si mesmo, a partir desta compreensão, as condições para desenvolver a autoconfiança. Se cada vez que quebra a cara você pensa em desistir, tenha a disciplina de persistir e tentar mais uma vez (só precisa ter cuidado para ver se isso não é um padrão de comportamento), caia e levante-se. Se precisar de ajuda, busque uma terapia ou um grupo de ajuda mútua.
Aprenda a confiar em si e nos outros, e perceba como suas ações e seus relacionamentos mudarão.
SOBRE O AUTOR
Marcelo
 Guerra
Médico Homeopata, Terapeuta Biográfico, co-fundador do DAO Terapias. Faz atendimentos individuais, para casais e grupos, em Nova Friburgo, Juiz de Fora e Niterói.

Por Você (Frejat)

mudaria o MUNDO::..viva a vida....

Cazuza - Minha flor, Meu bebê

a minha menina...

sábado, 20 de março de 2010

Hoje é o dia importante para mim...DIA D

por isto sou feliz...a minha criança,hoje completa 30 anos...
se me sinto velha?
não...
sinto-me feliz
porque a minha filha simplesmente
atingiu o apogeu da maturidade...
 Carla costa /foto: carla e tatiana costa                  

sábado, 13 de março de 2010

Alimentação na TPM e menopausa

Alimentação na TPM e menopausa

Aprenda o que consumir nestas e em outras fases tipicamente femininas
por Amanda Buonavoglia

Nós, mulheres, precisamos cuidar de nossa alimentação para que tenhamos sempre saúde para muitas conquistas. Os alimentos que incluímos em nosso cardápio podem fazer diferença em fases como a menarca, TPM, gestação e menopausa. Confira a seguir:
Menarca
Na adolescência, com a menarca, a primeira menstruação, ocorrem mudanças no metabolismo. Devemos tomar cuidado com o peso nesta fase, como também para o risco de doenças como bulimia e anorexia, que podem se manifestar neste período. Sendo assim, é importante ressaltar que a alimentação equilibrada é para toda a vida e que quantos antes começarmos, melhor será! Portanto, quem não adquiriu durante a infância o bom hábito de ingerir hortaliças e frutas e beber água, vale concentre seus esforços para aprender a gostar. A saúde, assim como uma pele bonita, cabelos brilhantes e unhas fortes dependem disto! Algumas dicas:
  • Conquiste o hábito de comer devagar, ele será seu aliado durante toda a vida.
  • Comece a refeição com um prato de hortaliças variadas - experimente sem preconceitos.
  • Habitue-se a beber água constantemente: quando sentimos muita sede, é sinal de que já estamos desidratados. Além de que, nosso cérebro pode confundir sede com fome, portanto beber água nos impede de comermos à toa.
  • Realize o desjejum, mesmo que a pressa seja enorme. Quando não comemos pela manhã, vamos diminuindo nosso metabolismo, assim como nossa concentração nas atividades cotidianas. Experimente começar o dia com um pão integral com queijo branco, um copo de leite e uma fruta e veja que investimento poderoso para a sua disposição!
TPM
Para controlar a famosa tensão pré-menstrual, que pode nos acompanhar por um longo período na vida, são conselhos importantes:
  • Aumente ainda mais a ingestão de água e líquidos neste período. Isso evita a retenção de líquidos, comum nesta fase.
  • Evite embutidos (presunto, salsicha, etc), sal em excesso, glutamato monossódico (presente em salgadinhos, "caldos", temperos prontos) para diminuir o edema.
  • Reduza a cafeína (cafés, chás em excesso e estimulantes) para evitar a irritação deste período.
  • Invista em alimentos diuréticos (vegetais verde-escuros, melão, melancia, pepino)
  • Se estiver com vontade de comer chocolate, dê preferência ao meio amargo, rico em flavonóides (atenção na quantidade:3 quadradinhos por dia são suficientes)
Seguindo estas dicas, você passará mais tranquilamente por "aqueles dias".
Gestação
Quando mulher engravida o corpo passa por mudanças importantes, tudo fica mais lento - razão esta que diminui o funcionamento intestinal, muitas vezes provocando uma constipação severa. Há ainda os enjôos matinais, a perda ou excesso de apetite e os desejos....Por isso, são condutas importantes:
  • Experimente comer duas bolachas salgadas ainda em jejum e na cama, mastigando lentamente, para diminuir o enjôo.
  • Auxilia também chupar gelo - não exagere na quantidade e não ingira líquidos com sólidos, separe pelo menos 1 hora entre eles, para diminuir a ânsia.
Em relação ao intestino preguiçoso, que pode acompanhar algumas mulheres além da gestação, considero fundamental a ingestão de água (sim, novamente ela!), as hortaliças - de preferência cruas, iogurtes, que recompõem a microbiota do intestino, e um "coquetel" muito especial: deixar 2 ameixas pretas de molho com um copo de água (quem gosta de ir ao banheiro pela manhã, coloque as ameixas de manhã para beber o coquetel à noite, quem gosta de ir à noite, faça o contrário). Tire o caroço das ameixas e coloque as ameixas com a água no liquidificador, juntamente com 1 fatia fina de mamão, 1 colher de sopa de aveia ou linhaça. Bata tudo e beba sem coar. Quem quiser deixar ainda mais rico, coloque 1 folha de couve, é tiro e queda!
Menopausa
Assim como a primeira menstruação tem o seu nome, a última também tem: é a famosa menopausa. Já climatério é o nome desta fase da vida em que ocorre a transição do período reprodutivo ou fértil para o não reprodutivo, devido à diminuição dos hormônios sexuais produzidos pelos ovários. Os primeiros sinais do climatério (menstruações alteradas em quantidade e fluxo) podem ocorrer vários anos antes da menopausa.
Fatores importantes para a saúde da mulher, já que seus hormônios diminuíram, são: controlar principalmente o cálcio, diminuindo o risco de osteopenia e osteoporose no futuro; proteger o coração, controlando o colesterol e a hipertensão, além de estar atenta as vitaminas do corpo. Um pouco de sol é essencial para garantir um bom aporte de absorção de vitamina D, para que o corpo absorva o cálcio. A vitamina D está presente em peixes (atum, sardinha, salmão - de preferência de água fria), um pouco de manteiga e azeite.
São fontes de cálcio: leite (preferir semidesnatado e desnatado), iogurtes, queijos brancos (ricota, queijo cottage, queijo branco), peixes, acelga, brócolis, couve e nabo. Também podem ser ingeridos como sucos (bater uma folha de couve com um pedaço de pepino e suco de uma laranja ou de uma maçã. Fazer no liquidificador ou na centrífuga.)
Essas condutas são gerais. Para um atendimento personalizado, consulte um profissional nutricionista, que saberá quais são suas necessidades personalizadas.
Amanda Buonavoglia
Nutricionista especialista em "Personal Diet" e Nutrição ampliada pela Antroposofia. Atua em consultório, escolas e ensinando pessoas a cozinhar de uma maneira mais saudável


domingo, 7 de março de 2010

Era Mi Vida El - Isabel Pantoja

Hoje próximo dia da mulher...lembro de mim...perdi o mais importante...o meu sorriso..levo um dia de cada vez..a todas as mulheres,vivem este ano o dia mulher sem aquele que as fazia sentir MULHER...

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