sábado, 29 de maio de 2010

Marina Lima - Fullgás

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Você é workaholic por opção?


Você é workaholic por opção?

Cuidado para não exceder os limites naturais do corpo e da saúde
por Carolina Arêas
Trabalhar fazendo o que se gosta pode, sem dúvida nenhuma, ser uma grande fonte de prazer. Mas é preciso tomar cuidado quando, gradativamente, as horas de trabalho vão se sobrepondo aos momentos de lazer, ao tempo com a família e os amigos e aos cuidados com você mesmo.
Vivemos numa era em que ser um workaholic - expressão americana que define as pessoas viciadas em trabalho - faz parte da cultura. Há mais de dez anos, eu mesma trabalhei numa empresa em que sair na hora do fim do expediente era visto como um verdadeiro crime. Lembro até hoje de um dia em que deixei o escritório - sem pendência nenhuma, claro - quinze minutos depois do horário de saída estipulado e um dos diretores me olhou torto e disparou em um tom de crítica que me fez querer sumir do mapa: "Mas já vai indo?"
Pouco depois tomei a sábia decisão de pedir demissão antes que esta cultura do exagero e do despropósito me corroesse e trouxesse problemas de saúde. Porque, na prática, os funcionários desta empresa tiravam duas, três horas de almoço... mas sair no horário, nem pensar! Foi por isto que não me espantei ao ler no jornal, alguns anos depois, que este mesmo diretor havia enfartado.
Mas, e se você é o único responsável por deixar as horas de serviço se estenderem além da conta enquanto está envolvido pelas tarefas? Ou leva trabalho para casa porque precisa ajustar uma coisa aqui ou outra lá? Seja por motivação, por compulsão ou por necessidade, o resultado do excesso é fácil de medir: estresse "Seja por motivação, por compulsão ou por necessidade, o resultado do excesso é fácil de medir: estresse " e a sensação esmagadora de carregar uma couraça.

Pausas para equilibrar

Há de se ter cuidado para não exceder os limites naturais do corpo e da saúde que acabarão drenados por este ritmo de trabalho tão intenso. É preciso ficar atento à importância da pausa, do relaxamento, da alegria.
É claro que não estou fazendo apologia à irresponsabilidade mas, sim, um alerta a necessidade de encontrar equilíbrio num ritmo de vida intenso. Afinal, a felicidade é uma escolha e cuidar da saúde e do espírito é um hábito que precisa ser cultivado diariamente.
Caso você não saiba como fazer esta pausa na rotina de trabalho, veja como os florais abaixo podem lhe ajudar:
  • Dandelion (Califórnia) - indicado para quem tem tendência a trabalhar em excesso e, como consequência, acumular tensão corporal e estresse.
  • Elm (Bach) - para quem costuma assumir muitas responsabilidades e tarefas e acaba se sentindo sobrecarregado.
  • Oak (Bach) - esta essência é boa para quem precisa aprender a delegar tarefas e receber ajuda dos outros ao invés de se pressionar até o limite físico e de responsabilidade.
  • Zinnia (Califórnia) - perfeito para os workaholics e para quem tem dificuldade em relaxar e divertir-se. Indicado para o excesso de trabalho.

Onde encontrar:

Rio de Janeiro Quintessência - (21) 2205-0505 http://www.quintessencia.com.br/
São Paulo HNCristiano - (11) 2979-9868 http://www.hncristiano.com.br/portal/ Equilíbrio - (11) 3815-1386. http://www.equilibrio.com.br/
Belo Horizonte Officinalis - (31) 3296-8917/3344-2922 Chlorantha - (31) 3241-5212/3224-8533
Fortaleza Farmácia Farmaverde - (85) 3261-1566

Nota importante sobre a escolha dos florais:

A automedicação de florais parece bem fácil. A pessoa procura por palavras-chave e escolhe as essências. Você não precisa se identificar com 100% das características de uma essência para tomá-la. Eles não apresentam contra-indicação, mas para fazer a escolha correta é preciso conhecer os sistemas florais e, ao mesmo tempo, ter capacidade de perceber claramente as questões pessoais ou das pessoas próximas, o que nem sempre é simples. Por isso, um profissional capacitado é sempre a melhor opção.
SOBRE O AUTOR
Carolina
 Arêas
Iniciou sua formação como terapeuta floral através do Healing Herbs, da Inglaterra, estudando as essências de Bach. Também trabalha com Reiki nível II e massoterapia ayurvédica 

Ser feliz lhe assusta?


Ser feliz lhe assusta?

Sentimentos como compaixão e simpatia ajudam a repensar a felicidade
por Vanessa Mazza


Todos dizem que querem ser felizes na vida. Parece até uma verdade universal. Porém, na prática, não é bem isso que acontece.
Você já reparou em qual é a reação geral quando existe alguém muito feliz dentro de um grupo de pessoas? Imagine aquela pessoa sempre sorridente, saudável, bonita, magra, sem problemas financeiros, dentro de um bom relacionamento, bem sucedida profissionalmente..."Impossível!" é nosso primeiro pensamento. "Deve ter alguma coisa errada aí" ou "É tudo falso" são os próximos. Mas será que é mesmo? Absolutamente não!
Uma pessoa pode ter tudo isso e ainda ter defeitos, dificuldades, medos. A diferença é que ela, ao contrário da maioria de nós, luta contra suas adversidades e mantém seu pensamento positivo, não jogando sobre os outros a responsabilidade ou a culpa pelos seus erros. Enfim, pode-se dizer, com certeza, que esta pessoa quer ser feliz, pois ela evita brigas desnecessárias, porque perdoa aquilo que já passou, porque não aumenta a gravidade dos problemas, e, melhor, cuida muito bem de si mesma, pois sabe o quanto a sua vida é preciosa.

Medo de ser feliz

Tudo isso soa muito óbvio e lógico. Então, por que não somos todos assim? Por que preferimos ficar em stand-by, sofrendo, se queixando, deixando para outro dia as mudanças que sabemos que devemos realizar no hoje? "Por que preferimos ficar em stand-by, sofrendo, se queixando, deixando para outro dia as mudanças que sabemos que devemos realizar no hoje? " Será medo de ser feliz?
Infelizmente vivemos numa sociedade de escassez, de baixa autoestima, de insegurança em relação ao futuro, de doenças sendo multiplicadas a cada dia. Dentro deste clima, ser infeliz se apresenta como sendo o estado "correto" da vida e a felicidade vira questão de sorte, de acaso, de manipulação dos outros. Por isso, as pessoas felizes ou que fingem sê-lo costumam ser mais invejadas, detestadas ou vistas com desconfiança do que as infelizes, pelas quais todo mundo simpatiza. Isso fica evidente quando a gente deixa de contar algo bom que nos aconteceu, simplesmente porque temos receio de "chamarmos a atenção", perdendo este benefício. Aí, muitas vezes, passamos a chorar algumas lamúrias para disfarçar, pois, na nossa mente, só podemos ser felizes na obscuridade.

Crescendo juntos

Tudo isso advém pelo fato de nossa sociedade não experimentar a compaixão, o compartilhamento, a doação, o perdão e a simpatia como algo normal, até porque aprendemos que devemos ser líderes, competitivos, ativos e quando não o somos, a outra pessoa não pode sê-lo. Aliás, que lei mais egoísta a que diz que para um vencer, outro precisa necessariamente perder.
Então, antes de invejar alguém que você secretamente admira, fique também feliz. Pense que é muito melhor ter um monte de pessoas alegres, divertidas e colaborativas ao seu lado, que irão lhe ajudar a crescer e a ser feliz também, do que ficar desejando que tudo mundo fique tão mal quanto você. Todos nós podemos crescer juntos. É isso o que nos alimenta realmente. Enquanto estivermos separados, cada um defendendo o seu naco, não haverá grande colheitas, nem grandes comemorações.
Pense nisso!
SOBRE O AUTOR
Vanessa 
Mazza
Taróloga, acredita que não existe nada mais rico do que a alma humana. Conhecê-la e desmembrá-la em inúmeros significados através do Tarot tem sido seu trabalho há mais de 10 anos

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Scrapbooking - hobby ou terapia?

Scrapbooking - hobby ou terapia?

Fazer arte usando fotos estimula a criatividade e o autoconhecimento
Quem não gosta de guardar recordações dos momentos preciosos da vida? Pode ser o nascimento de um filho, o casamento tão planejado, o encontro com amigas queridas, as férias tão sonhadas... Não importa. As memórias podem ser eternizadas em álbuns de fotografia personalizados. Trata-se da arte do scrapbooking, que virou febre no Brasil.
Scrapbooking é um projeto artesanal para montagem de álbuns de fotos, com materiais como papéis decorados, arames, desenhos, colagens, adesivos, etiquetas e o que mais a imaginação permitir! A graça é brincar com materiais, criando mecanismos que liberem a imaginação e a criatividade.
Além de agregar prazer na vida dos praticantes do scrapbooking, a arte também é considerada um mecanismo terapêutico por muitos psicólogos. Isso ocorre porque durante o processo criativo, muitas memórias vêm à tona, o que gera uma análise das questões envolvendo aquela lembrança. Embasada na medicina e nas artes, a arteterapia é uma ciência que visa analisar e elaborar meios de cura ou diminuição de sintomas através do uso da arte como forma de expressão de conflitos, traumas, medos, entre outros. Para a psicológa, psicopedagoga e arteterapeuta, Daniele Dornelles, o mais importante na arterapia é o processo de criação em si e não propriamente a sua produção. O scrapbooking, se utilizado em arteterapia, estimula a criatividade e o autoconhecimento, proporcionando a cada sujeito a oportunidade de criar seu álbum de memórias, indo de encontro a sua subjetividade.
"O desenvolvimento da criatividade é especialmente benéfico para os indivíduos, pois vem carregado de autorrealização e iniciativa. É no processo criativo que conseguimos dar forma ao que imaginamos e pensamos, fazendo com que nossas potencialidades e capacidades sejam descobertas", afirma Daniele.
Outra forma de desenvolvimento do potencial criativo também ocorre por causa dos "Crops", encontros para pessoas interessadas no assunto. Trata-se de uma reunião informal entre amigos que apreciam a arte, com direito a lanchinhos, papos divertidos e muita troca de papel, tesoura e enfeites para os projetos!
Desta forma, o scrapbooking une a criatividade com o desenvolvimento do ser, trazendo inúmeros benefícios para quem o pratica. O que você está esperando para começar?

Dicas para quem quer começar

Sugestões da scrapper Ana Lemos, responsável pela empresa de scrapbooking "Scrap By Ana" (http://www.scrapbyana.com.br):
  • 1A melhor maneira de começar seu primeiro álbum de scrapbook é com o seu último filme de fotos; sua memória ainda está bem fresca sobre os eventos dessas fotos. A medida em que você for criando mais intimidade com scrapbooking, você vai poder trabalhar na preservação de fotos e memórias mais antigas.
  • 2Confira a seguir as ferramentas necessárias para começar a fazer suas primeiras páginas de álbuns decorados:
  • Estilete (ou X-Acto Knife) - muito usado para cortar o papel sobre a placa de corte.
  • Régua de Metal - essencial para ser usada com o estilete, de forma a conseguir um corte preciso. As com cortiça embaixo são melhores, evitam o deslize da régua sobre o papel.
  • Placa de corte (cutting mat) - protege sua mesa de trabalho, assim como seu material e ferramentas (principalmente o estilete). As placas de corte possuem marcações para facilitar nas medições. Uma opção mais econômica (e temporária) para quem está começando pode ser uma "tábua de carne" de plástico(nova).
  • Lápis - de ponta macia, de preferência no. 2 (que não "raspa" o papel), para traçar linhas guias ou grades para o corte ou posicionamento.
  • Borracha macia - para apagar as linhas guias sem deixar manchas no papel.
  • Caneta (tinta de pigmento, tipo nanquin, acid-free, archival-quality)- para escrever histórias e curiosidades por trás das fotos e ocasiões. Além de servir para escrever, você poderá usá-la para retocar os enfeites de sua página.
  • Tesoura regular - usada para cortar o papel em formatos simples. A melhor forma de usar a tesoura é manter a mão que segura a tesoura parada, enquanto que a outra mão move o papel, para conseguir cortes mais suaves.
  • Tesoura pequena (ou de ponta fina) - usada para cortar papel em formatos com muitas curvas e pontas. Use a ponta desta tesoura para retocar pequenos detalhes.
  • Cola adesiva - desde que seja sem acidez (archival-quality), qualquer opção serve.
  • Papel sem acidez e lígnia (acid/lignin-free) - para não estragar suas fotos com o passar do tempo.
SOBRE O AUTOR
Rachel 
Lopes
Apreciadora da gastronomia natural, atua como personal chef. Jornalista especializada em alimentação e saúde, está sempre se reciclando através de cursos culinários.


Pontos de Acupuntura na orelha?

Pontos de Acupuntura na orelha?

Reduza ansiedade, compulsão e excesso de peso com a Auriculoterapia.

Com a maior disseminação de informações sobre a terapia holística, algumas técnicas ficaram mais conhecidas que outras. Uma que teve muito destaque foi a Auriculoterapia, que utiliza pontos de acupuntura localizados no pavilhão da orelha, pois conta-se que ela facilita a eliminação de peso, reduz a ansiedade e elimina a compulsão por comida.
Na verdade, assim como a maioria das técnicas holísticas, a Auriculoterapia foca no equilíbrio total da pessoa. Excesso de peso, não é equilíbrio, é? Ansiedade e compulsão por comida também não! Mas cada pessoa tem suas características próprias - até no desequilíbrio...
A alteração no peso de uma pessoa pode estar relacionada à busca (externa) de satisfação pessoal, ou procura por mais segurança, por exemplo. Cada pessoa tem seus motivos internos, padrões de pensamento e emocionais que resultam em desequilíbrio. O que não existe é um ponto "mágico" e igual para todo o mundo que, por si só, faz eliminar o excesso de peso.
A Auriculoterapia é uma ferramenta natural e eficiente tanto na resolução dos bloqueios energéticos quanto como suporte na mudança dos padrões de pensamentos e sentimentos que causam o excesso de peso. Um bom profissional, além de achar e estimular os pontos na orelha, sempre aconselhará uma alimentação mais saudável, a prática de exercícios físicos e o acompanhamento de outros profissionais que auxiliem no processo.

Como funciona a Auriculoterapia?

Na Auriculoterapia temos um mapa ou reflexo de todo o corpo no pavilhão auricular. O terapeuta estimula pontos na orelha que correspondem aos órgãos e funções do corpo. Assim, pode interpretar e interferir no "todo" através de seu reflexo na parte (orelha). Ou seja, harmoniza e equilibra a pessoa com estímulos nos pontos que se encontram em desequilíbrio.
Essa técnica não apresenta efeitos colaterais. Pode-se escolher entre agulha de acupuntura, sementes, imãs, pedras e cristais para se estimular os pontos. Cabe ao terapeuta holístico capacitado a escolha dos estímulos mais adequados para ajudar a harmonizar o cliente e equilibrar o seu momento.
SOBRE O AUTOR
Simone 
Kobayashi
Terapeuta Holística. Especialista e estudiosa das pedras e cristais há 15 anos, se dedica à junção de técnicas para o equilíbrio e harmonização, como Cristalopuntura e Reikristal.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

O poder do toque para o seu bem-estar

O poder do toque para o seu bem-estar

Aprenda a fazer automassagem para abrandar desconfortos

Qual a primeira coisa que você faz quando dá uma joelhada em alguma quina? E quando prende o dedinho do pé na beirada de algum móvel? Imediatamente após ou simultaneamente ao grito de dor, você põe a mão em cima, não é? E na hora de consolar aquele choro soluçado de criança, o seu primeiro reflexo é abraçá-la? Repare que o toque, mesmo num nível inconsciente, é uma atitude natural de abrandar o desconforto, algo que praticamente todos fazemos sem prestar muita atenção.
Algumas pessoas provavelmente se surpreenderiam com a relação entre a saúde e o toque ou a massagem - que é uma extensão natural do toque e a denominação mais universal para o ato de manipular regiões do corpo. No entanto, Hipócrates, considerado o "pai da medicina" pelo ocidente, já reconhecia e indicava este recurso na prática. E muitos povos desenvolveram técnicas para a prática da massagem. Na China, por exemplo, é usada para avaliação, diagnóstico e tratamento de desequilíbrios.
Como diz aquele ditado popular, todos nós temos um pouco de médicos. E podemos somar ao conhecimento que naturalmente possuímos sobre o toque, informações sobre pontos de Acupuntura para a automassagem. Podemos aprender em quais situações a prática do Do-In ou as "receitas caseiras" da massagem oriental podem ser utilizadas.

Acompanhe os exemplos e ilustrações abaixo:

A manipulação deve ser bilateral, mas comece com um de cada vez até dominar a localização. Utilize o dedão como se você estivesse marcando sua impressão digital com um pouco mais de força e firmeza. O tempo de compressão dos pontos deve variar de 30 s até 3 minutos. A pressão não deve ser vigorosa na primeira vez que tentar.
Acompanhe os exemplos e ilustrações abaixo:
Ponto para dor no ombro. Fica mais ou menos no meio entre as extremidades dos ombros e a base do pescoço
Acompanhe os exemplos e ilustrações abaixo:
Ponto para dor no punho. Fica no meio do pulso: no início do antebraço, na direção do dorso da mão, no sentido do dedo médio.
Acompanhe os exemplos e ilustrações abaixo:
Ponto para dor de cabeça. Faça o número 4 com as mãos: o ponto está localizado exatamente na dobra entre o polegar e o indicador.

A influência dos diferentes pontos de vista na automassagem

Não podemos deixar de lado uma peculiaridade no mecanismo do raciocínio médico oriental: enquanto na medicina do ocidente os males são atacados geralmente em função de sintomas físicos manifestos, como "dor de cabeça", "dor muscular" ou "alergia", por exemplo, na medicina chinesa os padrões de desequilíbrio que podem gerar esses sintomas são diversos, por isso são diferentes os pontos de tratamento para dores de cabeça de etiologia (origem) alimentar ou produzidos por fadiga, por exemplo.
Segundo a medicina tradicional chinesa, sem a compreensão do desequilíbrio, as receitas de pontos são apenas receitas. Cada pessoa funciona de um jeito próprio e não somos tão simples quanto as identificações que criamos em função de nossas mesmas "doenças". Assim sendo, como a prática de qualquer tratamento holístico requer uma abordagem individual, não há uma forma definitiva de garantir que a estimulação destes pontos funcione como uma cura para o seu problema, mas você pode utilizá-los para o alívio de algumas queixas, observando restrições importantes que existem para a sua segurança:
  • 1 A parte da frente do pescoço é uma área sensível e deve ser evitada devido a passagem de veias e artérias vitais.
  • 2 A parte de trás do pescoço deve ser manipulada com cautela, observando reações de alteração da pressão arterial.
  • 3 A pressão exercida sobre pontos próximos ou sobre as costelas não deve ser aplicada com vigor, devido à fragilidade das articulações.
  • 4 Nenhum processo inflamatório deve ser diretamente manipulado. Se uma área dolorida estiver quente, inchada e avermelhada, não aperte. Se a pressão exercida em qualquer área dolorida piorar a dor, não aperte.
  • 5 A estimulação de pontos é contra-indicada em casos de doenças degenerativas como câncer e osteoporose. Somente deve ser utilizada durante a gravidez por profissionais qualificados.
SOBRE O AUTOR
Gustavo 
Lunz
Acupunturista e shiatsuterapeuta pela Academia Brasileira de Artes e Ciências Orientais. Graduando em Fisioterapia, atua em programas empresariais de qualidade de vida. 
 

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